A morte de Charlie Kirk: o limite do bom senso

O assassinato de Charlie Kirk, membro do movimento MAGA – Make America Great Again trouxe uma onda de indignação e outra de oportunismo. Ele foi morto em um evento na Universidade Utah Valley, no último 10 de setembro. O atirador é Tyler Robinson e dizia não gostar do ativista. Ele não era estudante desta universidade, mas estava ali para “assistir” a palestra de Kirk.

Logo após a morte de Kirk, milhares de pessoas começaram a se manifestar a “favor” ou “contra”. Lembrando que sob nenhum aspecto, não se deve “comemorar” a morte de um opositor político.

No Brasil, o caso mais conhecido foi o do Eduardo Bueno, também conhecido como Peninha, que foi festejar a morte de Kirk. Ele não foi apenas cancelado, mas como perdeu vários contratos para palestras e incluindo seu vaga em um conselho do senado.

Qual é abordagem?

O grande problema disso tudo está na abordagem do tema. Muitos “jornalistas” acabaram de colocar os pés pelas mãos ao “festejar” a morte de Kirk por motivos ideológicos.

Aqui na Europa, há uma grande preocupação relacionada a espiral de violência que ter com esse assassinato, especial com o aprofundamento da polarização exacerbada. É o que comento no vídeo abaixo:

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