No último 13 de junho, Israel atacou o Irã visando suas instalações nucleares. Já fazia algum tempo que a relação entre ambos países era ruim, especialmente após o ataque que Israel sofreu do Hamas, em outubro de 2023.
O Irã vinha financiando três grupos terroristas, o Hamas que comanda a Faixa de Gaza desde 2007, o Hezbollah, no sul do Líbano e Houtis no Yêmen.
Irã possue bomba atômica?
Além dos grupos terroristas, o Irã tinha seu programa nuclear era monitorado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) , com sede em Viena, capital da Áustria.
Um semana antes do ataque de Israel, a agência divulgou em seu último relatório trimestral que o Irã havia acumulado urânio enriquecido suficiente com 60% de pureza para armas e 90% para produzir bombas atômicas.
A própria agência afirmou que não garatiria que o programa nuclear iraniano fosse exclusivamente pacífico, no caso para a produção de energia.
Isso gerou uma grande preocupação internacional, incluindo a intervenção dos Estados Unidos, com armamento específico de alta precisão, incluindo bombardeiros B-2, caças e aviões de reabastecimento e bombas de penetração maciça GBU-57.
Após o ataque dos Estados Unidos, vários governos europeus se manifestaram a favor de um retorno as negociações através das vias diplomáticas. Ao mesmo tempo, mesmo que líderes europeus, como PM Friedrich Merz da Alemanha tenha “festejado” o trabalho sujo de Israel. Havia uma preocupação muito grande do provável uso de potenciais ataques na Europa ou quem sabe cooperação com Irã para a Guerra na Ucrânia. Veja playlist no canal “Vida Europa”.
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